terça-feira, 3 de junho de 2014

O imigrante e a perda de identidade

O imigrante e a perda de identidade

Você chega em outro país com idioma, costumes, tradições, clima, geografia, idiossincrasias que não são os seus. E vai ter se adaptar, ou isso, ou sofrer. Seus horários vão mudar, seus roteiros, sua alimentação, você vai estar sozinho. Nunca mais vai comer seus doces da infância, não vai ver nenhum rosto conhecido, não vai poder comer pitanga e nem jabuticaba. Você vai começar a perceber que ninguém acha graça das suas piadas, que para eles não fazem sentido; que as suas lembranças não os emocionam, porque não viveram nada parecido; e que as aventuras que trouxe do seu país acabam tornando- se desinteressantes. E se permitir, a solidão vai te comer. É a hora da reinvenção, de recriar- se. Com o tempo acontece um processo difícil de perda de identidade, ou pelo menos, de criação de uma outra. Você guarda a sua, essa que foi criada durante toda a sua existência, vai ter que deixá- la oprimida, sufocada no seu porão interior.
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Começará a falar como eles, a comportar- se como eles, e vai se estranhar. Esse indivíduo estranho que habita em você vai falar e agir como você não faria. É a lei de Darwin, a lei da sobrevivência, a lei do mais forte. Cresce um terceiro olho e um cérebro adicional, que vai te fazer pensar diferente e se adaptar ao ambiente. A maioria acaba indo embora, não resiste a esse transplante emocional sem anestesia que repercute na mente e corpo, que no final, são a mesma coisa.
A maioria dos sonhadores imigrantes não pensa e nem imagina que exista esse processo de perda e ganho, às vezes, só perda (ou mudança) de identidade.
Você que está aí sonhando em ir para outro país, pense nisso. Pense se está disposto a deixar de ser você para transformar- se em outro. E viver nesse outro ser estranho é um processo dolorido, demorado e difícil. Se vale a pena? “Tudo vale a pena/ Se a alma não é pequena.”
Mar português (Fernando Pessoa)
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quere passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

EN CONTRACACAU

EN CONTACACAU

Con las vacaciones escolares a la vuelta de la esquina, me pareció importante visitar algunas Cafeterías que tienen zonas para los niños, que sea un lugar donde los padres, los abuelos, tíos o quienes los cuidan puedan tomar un café y que los niños tengan un sitio para jugar. Así que el mes de Junio será dedicado a estos espacios y para empezar elegí  En Contacacau.
Los padres cada vez más buscan lugares donde puedan tomar un café y/o comer algo sin que estén preocupados por si los niños se caen de las altas sillas, si dibujan en la mesa o se aburren mientras ellos meriendan. Sabemos que el aguante de un niño es distinto del nuestro y que muchas veces ir a un sitio donde hay demasiado ruído y poco espacio acaban por agobiarlos mucho y enseguida son los padres los  que se ponen nerviosos y, que muchas veces, salen corriendo de la Cafetería con un bocata a medio acabar. Por suerte crecen en la ciudad lugares hechos con cariño y color, lugares pensados para padres/hijos,  para la familia.
Os presento En Contacacau, un Proyecto que, además de ofrecer un espacio tranquilo y acogedor para todas las edades, quiere que las personas realicen diversas  actividades allí mismo.
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 De esta manera, En Contacacau puedes disfrutar de un Desayuno/Merienda/ Comida sabrosa y sin prisas. Bocadillos especiales como el bikini con crema de trufas, zumos naturales,una buenísima repostería de calidad, cafés, tés y “leche” de soja . Y si decides quedarte a comer, te sorpreederás con un menú semanal de cocina catalana, para comer de forma sana ,equilibrada y con productos de temporada.
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 Estarás despreocupado porque sabrás que los niños harán una rica merienda y que después podrán, en un espacio lúdico y seguro, dibujar, jugar con peluches y tener aceso a muchos libros. Con tanta tranquilidad te entrarán ganas de sentarte en el suelo y leer una o varias historias para los pequeños.
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Si crees que eso es todo te equivocas. En Contacacau es un Family Concept Store, y nos sorprende con una tienda de ropas para niñas y niños de las mejores marcas de moda infantil. Todo en un mismo lugar; puedes comprar y observar como tu hijo se distrae dibujando en la  pizarra o jugando. Adiós llantos y rabietas, bienvenida relajación.
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Aunque sea un espacio especial para los peques, no pienses que sólo les agrada a ellos, lejos de eso, allí también encontrarás grupos de madres lactantes, amigas que se reúnen para una buena charla, amantes de los zumos ( hechos al momento y con la combinación de frutas que elijas) , etc. En Contacacau cualquiera se lo pasa bien. Ahora, con el buen tiempo, poder sentarte en la terraza y comer algo es una invitación a la que no te negarás.
Hay mucho más que descubrir sobre este lugar tan interesante, por eso, pincha  AQUÍ  y no te arrepentirás.  Conocerás un sitio con Mucho Encanto.
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Calle Londres, 70

Feira do Livro de Madrid

1º Dia da Feira do Livro de Madri: Luis Goytisolo e Antonio Colinas

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Mas vamos aos que valeram a pena…
Luis Goytisolo Gay (Barcelona, 17 de marzo de 1935), romancista, ensaísta e membro da Real Academia Española.
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Quando li no programa de autógrafos o nome de Luis Goytisolo, não acreditei que esse tipo de escritor de primeira linha fosse participar de uma feira de livros, a não ser com um destaque especial e muita fila a ser enfrentada. Goytisolo é membro da Real Academia Espanhola (RAE), com uma obra extensa e um livro comparado em qualidade e importância com “Em busca do tempo perdido”, de Proust, chamado “Antagonía”, “o melhor”, segundo contou- me ontem o próprio autor. Definitivamente, talvez um dos melhores escritores da nossa época, considerado um gênio pela crítica.
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Preparada para esperar muito tempo, levei uma surpresa: não havia ninguém. Possivelmente, não fui muito gentil, mas saiu dessa forma, essas expressões espontâneas: “Mas como não há fila aqui?! Um escritor do seu gabarito, isso aqui deveria estar dando voltas!”. E ele, muito humilde, disse: “É que não sou um escritor de multidões.” Que lástima.
Usei e abusei. Conversei, tirei fotos de e com Goytisolo. Uma pena não ter levado algumas perguntas prévias, mas achei que pela “multidão” não seria possível. Sim, foi possível, mesmo no improviso. Ele autografou os livros “El lago de las pupilas” (2012), uma história com humor (sorriu ao dizer isso); já Liberación (2014) seu último romance, “uma tragédia, uma história muito triste, faltou humor”, afirmou o autor. Também trouxe “Cosas que pasan” (2009), livro com tom autobiográfico. Além desses, tenho sua obra- prima “Antagonía” escrita ao longo de 30 anos, “Depois desse livro achei que não teria mais nada para escrever e olha só…é um livro para ler com calma.”, disse Goytisolo; e “Naturaleza de la novela” (2013), uma beleza de ensaio sobre a narrativa, “ah, esse é o resumo disso tudo aqui”, e apontou para toda a sua obra em cima da mesa.
Goytisolo foi muito amável e atencioso. Saí muito feliz desse encontro. Não muito brevemente, já que só “Antagonía” tem 1112 páginas, pretendo colocar aqui as resenhas dos livros citados. Um dos livros autografados:
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Momento tiete 1. Goytisolo meio que se “desculpou” pela audição ruim, prejudicada depois de uma gripe, mas que “estava se recuperando”:
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Antonio Colinas (Banheza, Leão, 30 de janeiro de 1946) poeta espanhol, romancista, ensaísta, jornalista e tradutor.
Antonio Colinas começou a publicar em 1969, sua obra é extensa. Figura simpática, agradável, “cercana”, como dizem os espanhóis. Fui para comprar seu último livro “Canciones para música silente” e uma antologia de 2011, mas que não tinha no stand. Vou ter que fazer o “sacrifício” de voltar no dia 06 de junho, quando o poeta estará novamente autografando na Feira.
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“Canções para uma música do silêncio” e o seu criador.
Colinas perguntou- me “você escreve?”. Fiquei sem saber responder essa pergunta. Fora que a intenção era perguntar e não o contrário. Escrever, escrevo. Escrevo, mas ainda não publiquei, exceto alguns poemas e ensaios em coletâneas. E o blog, vale? Não disse nada disso, só respondi “ainda estou me preparando”. E ele…”Ué, eu diria que você já é ‘mayor’”(adulta, velha). ‘Dom Antonio, o senhor acaba de me chamar de velha?’. Pensei, mas também não disse. O tom foi de brincadeira, “buen rollo”, expressão espanhola.
Essa afirmação de Antonio Colinas me fez refletir muito. Sim, já é a hora.
Momento tiete 2. A cara “de felicidade” que toda mulher fica depois de ser chamada de velha…kkkkkk…brincadeira. A intenção dele foi dizer que “a bagagem” já é suficiente com a minha idade. Espero que seja. Sou agradecida pelo que disse, uma frase dessas pode mudar a vida de uma pessoa.
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O meu exemplar dedicado de “Canciones para una música silente”.
O puxão de orelha na Editora Gaudír
Recentemente, escrevi no blog sobre “Bibliomanía”, de Flaubert. Comprei uma edição bonita da editora espanhola Gaudír, toda ilustrada, mas com dois erros logo na primeira página: a data de aniversário do autor e a publicação do conto na “Le Colibri”. Mandei mensagem no Facebook “avisando” do erro, mas não se deram o trabalho de responder. Eu já ia embora da feira quando bati de frente com o stand da Gaudír. E para minha surpresa estava lá o livro com os erros, não se incomodaram de o passar pra frente assim mesmo. Peguei o livro e perguntei “vocês trabalham na editora?”. Elas vieram cheias de sorrisos, “Sim, sim”. Abri o livro e mostrei os erros (rodeada de pessoas). “Ah, foi você que mandou uma mensagem no Facebook…”. Ou seja, realmente tinham visto minha reclamação. “Sim, eu mesma, já que não responderam, eu falo em pessoa. ” O mínimo que eu esperava era uma errata, uma reimpressão, um livro novo e correto. Disseram algo? Não se comprometeram com nada. Mas passaram a vergonha e perderam alguns clientes que estavam por ali e ouviram a conversa.
Livro é o lugar do acerto e não admito mesmo esse tipo de coisas. Seriedade é o mínimo!

sexta-feira, 30 de maio de 2014

CAMPANHA DIGA NÃO À PROSTITUIÇÃO

CAMPANHA DIGA NÃO À PROSTITUIÇÃO



Deus restaura

09:24 (Há 12 minutos)

A GRAÇA, A PAZ E O AMOR DE DEUS SEJAM ABUNDANTES EM SUA VIDA!!!

O SENHOR DEUS NÃO DORMIU NEM COCHILOU. ELE PERMANECE NO CONTROLE DE SUA VIDA!! AMÉM??

MINISTÉRIO RESTAURANDO FAMÍLIAS PARA CRISTO, ATRAVÉS DOS SEUS DOIS SITES E A IGREJA INSTALADA EM BRASÍLIA, DF, A PARTIR DE HOJE, 30 DE MAIO DE 2014, ESTARÁ DANDO INÍCIO A CAMPANHA DIGA NÃO À PROSTITUIÇÃO.

A PROSTITUIÇÃO SEXUAL É UM PECADO QUE TEM ATEMORIZADO E DESTRUÍDO MUITAS FAMÍLIAS PELO MUNDO AFORA.

ALÉM DE SER ALGO QUE ENTRISTECE PROFUNDAMENTE O ESPÍRITO SANTO, ESCRAVIZA E APRISIONA O SER HUMANO QUE DELA SE BENEFICIA.

A PROSTITUIÇÃO É UM VÍCIO CARNAL E DIABÓLICO. É COMO O INÍCIO DA JORNADA DE UM LADRÃO. COMEÇA A FURTAR PEQUENAS COISAS, E, NÃO TARDARÁ, PARA SE TORNAR UM GRANDE CRIMINOSO. ASSIM É A PESSOA QUE SE PROSTITUI. COMEÇA COBIÇANDO O QUE NÃO DEVE, VISITANDO SITES PORNOGRÁFICOS, SALAS DE BATE-PAPO, DESEJANDO SEXUALMENTE UMA MULHER NA TV OU MESMO NA RUA, MASTURBANDO-SE ÀS ESCONDIDAS. ESSES SÃO APENAS OS PRIMEIROS PASSOS.

LOGO, A PESSOA DOMINADA POR ESSES MAUS HÁBITOS, ESTARÁ ESCRAVIZADA POR SITUAÇÕES BEM MAIORES E PROFUNDAS. E QUANDO UM SER PROSTITUÍDO PENSA TER CHEGADO AO FIM DO ABISMO, MAIS ABISMO SE APRESENTARÁ A ELE. É COMO BEM ESCREVEU O SALMISTA “UM ABISMO CHAMA OUTRO ABISMO” (SALMO 42:7). ESSE É O PRINCÍPIO DA DESTRUIÇÃO FAMILIAR: O DESEJO ADÚLTERO, O PENSAMENTO ADÚLTERO, A AÇÃO ADÚLTERA. E COMO BEM DISSE SALOMÃO, "POR CAUSA DUMA PROSTITUTA SE CHEGA A PEDIR UM BOCADO DE PÃO; E A ADÚLTERA ANDA À CAÇA DA ALMA PRECIOSA" (PROVÉRBIOS 6:26). A LIBERTAÇÃO DAS CADEIAS DA PROSTITUIÇÃO PARECE SER MAIS DURA, MAIS PENOSA E MAIS DIFÍCIL QUE QUALQUER OUTRA. É UM PROCESSO ÁRDUO QUE REQUER MUITA SANTIFICAÇÃO E MUITA DEDICAÇÃO. SÓ MESMO PELA AÇÃO DO ESPÍRITO SANTO DE DEUS.

A PROSTITUIÇÃO DEIXA UM RASTRO DE TRISTEZA E DECEPÇÃO NA VIDA DE UMA FAMÍLIA E CAUSA PROFUNDAS SEQUELAS TAMBÉM NA VIDA DOS FILHOS.

OREMOS E JEJUEMOS POR TODOS OS MARIDOS, ESPOSAS E FILHOS QUE ESTÃO ENVOLVIDOS POR ESSE ALIMENTO DO INFERNO. OREMOS PELA LIBERTAÇÃO DE TODOS OS ENVOLVIDOS NA PROSTITUIÇÃO, POIS, SOMENTE ASSIM, TEREMOS FAMÍLIAS ALICERÇADAS NA PALAVRA DO SENHOR.

SIGAMOS FIRMES E OS RESULTADOS DESSA CAMPANHA VIRÃO PARA A GLÓRIA EXCLUSIVA DE DEUS.

TODOS OS DIAS VAMOS ORAR PARA O ESPÍRITO SANTO COMBATER CONTRA OS espíritos do inferno DA PROSTITUIÇÃO NA VIDA DAQUELES OS SERVEM. CLAMEMOS PELO SANGUE DE JESUS E REPREENDAMO-OS!! VOCÊ VERÁ SEU MARIDO OU SUA ESPOSA LIBERTO DAS MÃOS DA (O) ADÚLTERA (O). CREIA!!!

CONVIDO OS JUSTOS, OS SANTOS, OS QUE ANDAM CONFORME A VONTADE DO PAI, A PARTICIPAREM DESSA CAMPANHA.

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AINDA HOJE OU NO MAIS TARDAR AMANHÃ (CREIO EU), ESTARÁ PUBLICADO O NOVO VÍDEO INTITULADO “CONSELHOS BÍBLICOS PARA UMA RESTAURAÇÃO PESSOAL E FAMILIAR”. SERÁ BÊNÇÃO NA SUA VIDA!! NÃO DEIXE DE ASSISTI-LO E DIVULGÁ-LO, SE QUISER. TAMBÉM PUBLIQUEI NOVIDADE NA SEÇÃO DE VÍDEOS DOS SITES.

TENHO ORADO POR TODOS OS PEDIDOS QUE SÃO FEITOS NO SITE E ATRAVÉS DOS E-MAILS.

MEDITEM EM 1 TESSALONICENSES 5:22-24.

NO AMOR DE DEUS,

Em CRISTO,

Pr. Fernando César (Casamento, para DEUS, só vale se for o primeiro de ambos).
Ministério Restaurando Famílias para Cristo
Skype: familiasparacristo


quarta-feira, 28 de maio de 2014

De Café Por Barclona

OBBIO

El post de hoy es sobre un sitio que es más, mucho más que una cafetería; es un concepto de vida sana.
OBBIO es un espacio de referencia de alimentación saludable en Barcelona, y cuenta con un ambiente maravilloso que reúne Supermercado, Cafetería, Librería y un espacio en el que se imparten conferencias y talleres sobre temas relacionados con la alimentación saludable. Sin contar que es perfecto para ir con la família, ya que los niños pueden distraerse dibujando durante el tiempo en que compras, buscas novedades o informaciones. Y si tienes alguna duda, los trabajadores te ayudarán con amabilidad.
Todo el sitio está muy bien pensado para integrarte en el mundo de la alimentación de calidad. El hecho de que puedas encontrar en un mismo lugar verduras, frutas y pescado frescos y ecológicos y una variada gama de platos preparados listos pra disfrutar, hace la diferencia en OBBIO.
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Cada vez se habla más de los beneficios de la agricultura orgánica o biológica, sin organismos genéticamente modificados, sin empleo de productos químicos. También son muchos los que se apuntan a este estilo de vida. Ahora, si eres uno de aquellos que ponen mala cara solamente al oír palabras como Tofu, Mijo o no crees que es posible comer algo sabroso con espinacas, es porque no has probado un alimento bien cocinado y codimentado. En OBBIO, si te atreves, no te arrepentirás y descubrirás lo cuan sabrosa puede ser una quiche de espinaca con tofu, por ejemplo.
A la hora de la comida, en la Cafetería, encontrarás platos saludables recién hechos que te invitarán a descubrir un nuevo y sabroso mundo de la comida sana. Y lo mejor es que puedes empezar a probarlos poco a poco, en pequeñas cantidades. Es que sí comes allí, tú mismo prepararás tu plato, colocarás la cantidad que deseas y pagarás por el peso que vas a consumir. ¿Interesante, no?
A veces lo que nos frena en seguir una alimentación diferente es que no sabemos cómo cocinarla, cómo hacer platos tan exquisitos como los que probamos y tanto nos gustó.  Para eso hay solución, en la librería hay una gran variedad de libros tanto  en español como en otros idiomas que te ayudarán en esta aventura.
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Yo no soy vegetariana, tampoco vegana, sin embargo, me gusta escaparme a la Cafetería porque es un ambiente clean, tranquilo, agradable, donde puedes leer un libro tranquilamente, con un escaparate lleno de pasteles, tartas, magdalenas y bocadillos que te invitan a probarlos.
Además del café ecológico y la gran variedad de tés, éste es uno de los pocos lugares donde podrás pedir “leche” de soja, arroz o cebada. Los zumos (naturales, energizantes y antioxidantes), los yogures y el flap jack de la casa son un atractivo más.
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OBBIO es un espacio dedicado a todas las personas sensibilizadas por la alimentación saludable y posee um amplio abanico de productos ecológicos, vegetarianos, veganos y kosher, como también para personas con intolerancia alimentaria. Si te ha despertado el interés, AQUÍ encontrarás más información.
Sabor y Variedad

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Dirección: Muntaner, 177
BY http://decafeporbarcelona.wordpress.com/

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Sonho da volta ao Brasil pode se tornar pesadelo

Por Liliana Tinoco Baeckert, swissinfo.ch 23. Abril 2014 - 15:56 Se você mora fora do Brasil e pensa em voltar, preste atenção: o tão sonhado regresso pode se transformar em pesadelo. Denominado pelos psicólogos de “síndrome do retorno”, o fenômeno acomete muitos imigrantes e pode levar desde à sensação de falta de identidade até a depressão. Comuns a quem volta à terra natal, os sintomas acontecem simplesmente porque o estresse de se readaptar à antiga cultura pode ser, pela surpresa, pior que a dificuldade em se adaptar a um país estrangeiro. Desavisado, o viajante é tomado de sentimentos como solidão, arrependimento, decepção e de não pertencimento àquela sociedade outrora tão conhecida. Como a cultura é dinâmica, não surpreende os psicólogos interculturais que o retorno mostre um cidadão e um país totalmente diferente daquele do passado. No entanto, quem toma o avião de volta geralmente ignora essa premissa. Lembranças boas A expectativa do retorno e da felicidade junto aos seus simplesmente esconde o fato de que depois de algum tempo, ninguém e nenhum lugar permanecem o mesmo. De acordo com Andrea Sebben, diretora da empresa de consultoria Equipe Andrea Sebben Psicologia Intercultural, a saudade colore o país natal e faz com que as lembranças boas fiquem ainda melhores. “A readaptação do retorno costuma ser mais custosa do que a da ida. Os seus horizontes se alargaram, mas quem ficou, não teve essa oportunidade. Por isso, a pessoa se sente incompreendida e sozinha no problema” , explica Andrea Sebben, que oferece serviços de Educação, Psicologia e Treinamento Intercultural. Mariana Andrade deu o depoimento Mariana Andrade deu o depoimento (Liliana Tinoco Baeckert) Síndrome do Retorno A nostalgia ao contrário – a tristeza por estar longe do país estrangeiro em detrimento da felicidade por ter voltado – tomam lugar rápido na vida dos recém chegados. Segundo a psicóloga Sylvia Dantas, coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Orientação Intercultural da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) reitera : “A incapacidade de readaptação gera a sensação de isolamento social. A saudade colore, mas a volta ao local que um dia foi familiar e se tornou estranho é um grande custo emocional.” Acredita-se que a Síndrome do Retorno, que os psicólogos preferem chamar de estresse de aculturação de retorno para não ter conotação de doença, possa ter sido agravada devido à crise dos países desenvolvidos nos últimos anos, fazendo um maior número brasileiros voltarem e alguns em situação financeira desfavorável. O Ministério das Relações Exteriores reconhece o problema, mas ainda não chegou ao cerne da questão. Com o intuito de reintegrar os brasileiros, o Itamaraty lançou o Guia de Retorno ao Brasil. Distribuído nas embaixadas e disponibilizado na página de internet do Ministério, o documento traz várias dicas sobre serviços e programas de acolhimento em áreas como educação, assistência financeira, serviços de assistência médica, além de outros. O Guia, no entanto, não menciona diretamente a questão do desencontro cultural. Quem ficou não compreende A psicologia intercultural e os estudo de questões referente ao tema é algo muito recente, com no máximo 30 anos. De acordo com Sylvia Dantas, é preciso que a sociedade tome conhecimento dessa problemática para que os efeitos sejam minimizados e haja menos casos de sofrimento extremo. “É importante que o imigrante saiba que ele pode ter problemas para se readaptar ao Brasil. Há relatos de pessoas que dizem não entender como não conseguem se adaptar ao país que idealizaram por tantos anos. E os amigos e a família que ficaram não compreendem o problema”, explica. PEDRO HENRIQUE KONZEN Gaúcho do FC Zurique vai ver a Copa nas férias Pedro Henrique (de branco) em plena ação no campeonato suíço, contra o FC Sion. O meio-campista Pedro Henrique Konzen chegou ao FC Zurique com 21 anos e, apesar do sobrenome, não falava alemão. Também teve um pouco de dificuldade com o frio suíço, diferente do Rio Grande do Sul. Hoje, com 23 anos, está adaptado e tem mais dois anos de contrato. Durante a Copa ele estará entre amigos e parentes no Brasil. [...] Sociedade Copa do Mundo 2014 Como prevenir A depressão pode ser tratada e os efeitos da aculturação reduzidos com o tempo, mas o importante é que as pessoas sejam preparadas para trilhar um caminho internacional. Segundo a Dra. Sylvia Dantas, cada indivíduo vai lidar com essas mudanças de forma diferente. A influência da aculturação vai depender tanto de fatores internos – como cada um lidará com a experiência - quanto externos, que seria o que vai encontrar quando voltar. Mas tomar ciência de que isso é um processo natural vivenciado por todos nessa situação ajuda muito. Para prevenir os efeitos, as duas profissionais recomendam a participação em workshops específicos sobre educação intercultural, o treinamento intercultural ou até a psicoterapia, em alguns casos especiais. Para quem se interessar, o Núcleo de Atendimento Intercultural da Unifesp oferece serviços gratuitos em atendimento e orientação individual, grupal (familiar), workshops à população e asseessoria a organizações públicas e privadas. O trabalho na Unifesp está se estruturando para atender pela internet, ainda sem data definida. A Equipe Andrea Sebben Consultoria oferece basicamente os mesmos serviços. Depoimentos Telma Reis (carioca de Niterói) “Quando vamos ao Brasil de férias, só vemos as coisas boas. Após 18 anos morando na Alemanha, decidi voltar por uma questão de doença. Na segunda semana, já percebi que ali já não era mais o meu país. Me choquei com a desorganização, com os preços e, principalmente, com a desonestidade de algumas pessoas. Quando eu reclamava do sistema, as pessoas não entendiam, porque para elas isso já é normal. A verdade é que ninguém reencontra o Brasil que deixou. Isso é um erro. Sonhamos em voltar, mas temos que nos preparar para ver um outro país, com pessoas diferentes daquelas que deixamos quando partimos. “ Mariana Andrade (mineira de Belo Horizonte) “Eu sofri na pele a decepção de voltar ao Brasil e me arrepender no terceiro mês. Depois de passar sete anos sofrendo de saudades da pátria, consegui convencer o meu marido suíço em tentar a vida com nossos filhos em Belo Horizonte. Só que o retorno foi uma experiência negativa em todos os sentidos. Como meu sonho sempre foi retornar, achei que sofria de infelicidade. Não me adaptava em nenhum país. Depois de morar na Suíça, eu mudei muito e não me dei conta disso. Só fui descobrir quando comecei a me irritar com alguns aspectos da cultura brasileira. Além disso, eu tinha medo o tempo todo. A minha cidade já não era segura para os meus filhos. O fator principal, no entanto, foram os salários baixos praticados no Brasil. Infelizmente, eu já tinha ido embora e me desfeito da minha casa. O sonho colorido de terras mais quentes não durou mais que dois anos. Agora aprendi a aceitar a Suíça como o melhor lugar para nossa família.” Alguns dos benefícios do treinamento intercultural: - Menor índice de depressão e ansiedades - Melhor adaptação ao país de origem - Mais estímulo para comunicação e desenvolvimento linguístico - Melhor entendimento de comportamentos diferentes - Desenvolvimento de competência intercultural - Compreensão dos sentimentos envolvidos no processo de adaptação. fonte: http://umabrasileiranabelgica.blogspot.com.br

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Porque é tão difícil voltar a viver no Brasil?

Porque é tão difícil voltar a viver no Brasil?

O Brasil com Z é um blog onde vários brasileiros se juntaram para escrever sobre suas experiências de vida no exterior.

Uma das integrantes, a Glenda, mora em Sevilha, na Espanha. E fez um texto excelente sobre essa eterna dúvida que a gente tem sobre "voltar ou não voltar" pro Brasil.

"Depois de duas semanas lendo sobre o porquê dos meus companheiros de Brasil com Z não quererem mais voltar a viver no Brasil, decidi escrever meu texto. Em 2009 já havíamos feito uma ronda sobre “voltar ou não voltar” entre os colaboradores do blog… os tempos eram outros, o pessoal também, mas quem quiser conferir pode clicar aqui. Inclusive eu dei minha opinião sobre a volta e decidir escrever de novo não porque tenha mudado de ideia, mas sim porque ampliei um pouco meu pensamento".
Não precisamos nem citar a quantidade de problemas, principalmente sociais, ambientais e econômicos que existem no Brasil, primeiro, porque nem vale a pena repetir, e outra, porque todo mundo está careca de saber que no nosso país falta segurança, falta educação e saúde pública, falta tolerância, falta tanta coisa e sobra outras mais, como desigualdades, exclusões, injustiças.

"Não sei quando volto ao Brasil pelo simples fato de que não sei se quero voltar ao Brasil. Gosto muito da vida que levo atualmente. A principal lição de vida que aprendi nestes 6 anos de Sevilha é que não é pobre o que menos tem, mas é rico o que menos necessita. Aqui aprendi que não preciso de luxos para viver feliz, que com pouco dinheiro no bolso posso me divertir, ter uma vida cultural relativamente agitada e ainda viajar de vez em quando. Aprendi que a felicidade não se encontra em shopping e que autoestima não está diretamente relacionada com chapinha e unhas bem feitas. E não que no Brasil eu tivesse um padrão de vida alto ou fosse uma patricinha de carteirinha, mas depois de viver 6 anos em uma casa com móveis alugados, nossa percepção de vida muda muito".
Futilidades à parte, aqui aprendi que se trabalha para viver e não se vive para trabalhar. Isso significa realmente aproveitar a vida. 

Na Holanda existem workaholics, pessoas obsessivas por trabalho, principalmente no meio universitário onde eu vivi. Mas existem as pessoas comuns, como eu e você, que tem um trabalho normal, e mesmo assim conseguem tirar férias na Grécia ou na Tailândia todo verão. Ou então ir para os festivais de música mais loucos da sua vida.

Pode ser tailândia...ou então um Festival Fodástico de música na Polônia. Eu Fui!!!
A escolha da onde ir é toda sua. E isso é não tem preço.
 

Horas extras, 60 horas de trabalho semanais, um final de semana em casa atolado de prazos esgotados? Óbvio que isso acontece, mas não é regra e nem cotidiano. "Conheço funcionários públicos que pedem redução de salário para poder ficar uma hora a mais com os filhos em casa", disse a Glenda.

Vivendo na Holanda, assim como a Glenda na Espanha, eu aprendi que carro é luxo. Carro é pra ser usado naquelas distâncias mesmo longas, tipo viagens de uma cidade pra outra.
Sabe porquê? Transporte público funciona. E a bicicleta é uma alternativa de transporte realmente viável, não apenas um luxo de alguns grupos ousados de pessoas, como no Brasil.

Pedalando na Holanda
Em Sevilla, nossa amiga Glenda pedalava 40 minutos até o trabalho, e olha que "Sevilla não é uma cidade pequena, tem quase 800 mil habitantes fora a zona metropolitana". Eu pedalava 10 minutos na beira da rodovia, de casa até a faculdade em Wageningen. Ops, correção: Na ciclovia que beirava a rodovia!! Com a liberdade de poder ouvir uma musica no fone, porque afinal não tenho que me preocupar em ser atropelada.
Realmente é uma sensação incrível você poder ir e vir sentindo o ventinho no rosto, de quebra fazer exercícios, e ainda economizar dinheiro. Que pode ser usado na próxima viagem de verão.

Em um ambiente internacional, cheio de outros imigrantes, aprende-se a tolerância, e esquece-se da hierarquia social. Vivemos no mesmo prédio do entregador de pizza, da faxineira, e do seu chefe. Sim, seu chefe. Compramos no mesmo mercado, e comemos no mesmo restaurante. Já falei disso em outro post. Confira.
Diferente da maioria das mulheres e meninas brasileiras, ninguém fica se preocupando em sair de casa com uma roupa que não está na moda. Ou então vestir aquela calça azul com glitter e uma blusa cor de rosa choque e estampa de oncinha, simplesmente porque hoje eu acordei com vontade de me vestir assim. Tudo bem, eu exagerei no modelito. Mas dá pra entender o conceito né pessoal? O corpo é seu, a roupa é sua, consequentemente a decisão sobre o que vestir também é sua. Cada um no seu quadrado.

"O normal pode ser qualquer coisa, que cada pessoa é um mundo e que cada um de nós cuida do seu próprio mundo pessoal, sem precisar de aparências ou máscaras. E ao mesmo tempo aprendi que todos devemos cuidar do nosso mundo coletivo, que a força do ser em conjunto é muito importante e que, melhor de tudo, dá resultados.
Então, depois de conviver com tantos outros valores e realidades, muitas vezes penso que não tenho vontade de voltar a morar no Brasil. Quem, depois de aprender a cruzar uma rua pela faixa de segurança sem nem precisar olhar para os lados ou se acostumar a voltar para casa a pé às 3 da manhã, desfrutando do cheiro das flores de laranjeira e do silêncio da madrugada sem precisar olhar para trás, pensa um dia em regressar à sua pátria amada? Quem depois de se habituar a pegar a sua bicicleta e fazer um piquenique no parque público ou de ver uma roda de velhinhos e velhinhas tomando cerveja (sem álcool) felizes e cheirosos no mesmo bar que a garotada de 20 anos...Quem diante de tudo isso pode cogitar a hipótese de não viver mais essas coisas, aparentemente tão banais, mas que no Brasil parece que há muito tempo não existe?"
Claro, nem tudo são flores… Desemprego rola solto nos últimos tempos na Europa. Mas o Brasil oferece bolsas de doutorado, e eu estou realmente com vontade de começar isso o mais rápido possível. Mais cedo ou mais tarde todo mundo tem que pensar sobre a fatídica decisão: volto ou não volto pro Brasil?

Pro pessoal do Brasil com Z, e também pra mim, reina a pergunta: "Qualidade de vida acessível a um bolso pouco cheio ou um bom trabalho (ou um trabalho qualquer)?
Meu consolo é que este mundo é enorme, como já dizia o poeta, «grande demais para nascer e morrer no mesmo lugar». Confesso que não sei se tenho o mesmo ânimo para recomeçar tudo de novo em um país novo, mas quem disse que se eu voltasse ao Brasil eu não teria que recomeçar do zero? E entre recomeçar com qualidade de vida e recomeçar rodeada de violência, desigualdades e injustiças, só fico na dúvida porque neste último caso também estaria rodeada de muito amor, amigos e família (únicos motivos reais que me fazem pensar em voltar a viver no Brasil)".

"Enfim, todo mundo deveria ter a oportunidade de sair da sua bolha, ver o mundo com outros olhos, aprender novos valores e, quem sabe, voltar e conseguir lutar por um lugar melhor. O Brasil é um país com duas caras, lindo e horrível ao mesmo tempo. Sei que sou uma privilegiada por ter oportunidade de estudar o que eu gosto. Adoraria poder voltar e tentar fazer do meu Brasil um lugar melhor para se viver, mas ao mesmo tempo me sinto muito ingênua em pensar que isso poderia ser possível. Ninguém tem a resposta e não sou a única em duvidar do “desenvolvimento” do Brasil". -> Definitivamente ela não é a única.
Quem tem a experiência de viver na Europa com uma condição aceitável, e viaja como eu viajei, uma hora ou outra vai parar de pensar em salários exorbitantes, cargos de presidência, e toda essa coisa de "preciso de muito dinheiro para ser feliz". Já falei disso em outro postleia.
"Embora muita gente siga pensando ao contrário, dinheiro não é e nem nunca foi garantia de felicidade. Felicidade para mim é isso, poder levar a vida sem pausa, mas sem pressa, sem paradeiro se eu assim quiser. Posso não estar com os bolsos cheios, mas percebi que não necessito nada disso para ter uma vida confortável, alegre e divertida".
Tivemos que cruzar o oceano para perceber isso? Sim, tivemos. Não poderia ter aprendido tudo isso no Brasil? Claro que sim, mas quem sabe a comparativa não existiria. 
Como diria John Lennon, "you may say I am a dreamer, but I am not the only one". Muita gente compartilha da opinião de viver fora. Não é porque a gente é mimado e metido a rico. Lendo esse texto dá pra entender que o motivo é de fato mais profundo.
Fatores emocionais como amores e amigos também fazem parte da nossa tomada de decisão. E condição de vida também. Vale a pena aproveitar a oportunidade de viver em um lugar que parece mais justo do que o lugar onde eu nasci. Talvez seja a idade, eles tem séculos a mais do que nós. É, mas eu não conto a minha idade em séculos. 

Não sei sobre vocês, mas eu não tenho tempo a perder.
E aí, qual a sua opinião? 

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