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terça-feira, 26 de agosto de 2014

A crise econômica obrigou a brasileira Elsa (nome fictício), de 28 anos, a retomar uma atividade que a fez viver "o inferno nesta terra": a prostituição.

De Madrid para a BBC Brasil

A brasileira M.S.M.A. (foto: Anelise Infante/BBC Brasil)
Elsa voltou à prostituição após o salão de beleza onde trabalhava fechar
A crise econômica obrigou a brasileira Elsa (nome fictício), de 28 anos, a retomar uma atividade que a fez viver "o inferno nesta terra": a prostituição.
Após trocar Goiânia por Madri, livrar-se de uma quadrilha de cafetões e conseguir trabalho de manicure, a falta de dinheiro a levou a um beco com poucas saídas e ela acabou voltando a se prostituir.
“Não foi escolha, foi sobrevivência”, desabafa.
Imigrante ilegal na Europa, ela chegou à Espanha em 2005 com a ajuda de uma quadrilha sabendo que iria exercer a prostituição.
O que não sabia era que estaria em regime de semi-escravidão, vigiada 24 horas ao dia e com ameaças de morte.
Fuga
Em 2007, ela fugiu com a ajuda de um cliente e recebeu ajuda psicológica na ONG Apramp (Associação para Prevenção, Reinserção e Atenção à Mulher Prostituída), que a ajudou a encontrar um trabalho como manicure e cabeleireira em um salão.
Mas em fevereiro o sonho da reabilitação acabou. “O salão fechou. Eu, sem documentação, não tinha muita chance de trabalhar. Fiz o que pude, mas sem licença de trabalho, acabei voltando à prostituição”, disse à BBC Brasil.
Elsa se emociona ao contar por que tomou uma decisão que ela define como “um passo de caranguejo”.
“Não vou mentir e fingir que virei santa, porque quando aceitei vir para cá, já sabia o que tinha pela frente. Vivi o inferno nesta terra”, diz.
“No começo, fiquei 15 dias sem trabalhar (para a quadrilha) porque só chorava e pedia para voltar para o Brasil. Nenhum cliente queria ir comigo por isso. Aí ameaçaram me matar e matar a minha família. Foi tão horrível que depois daquilo perdi o medo, a dignidade, perdi tudo”, relata.
Depois de largar a prostituição, sobre a qual a família em Goiânia nunca ficou sabendo, Elsa achava que tinha fechado um capítulo em sua vida, até ser surpreendida pela crise.
Sonho
Para ela, os 950 euros (cerca de R$ 2.500) mensais por doze horas de trabalho, seis dias por semana, num salão modesto da capital espanhola, valiam mais a pena do que o salário mínimo que recebia no Brasil.
“Todo imigrante vem com o sonho de ter uma casa, um carro, ajudar os pais... Voltar sem ter conseguido nada é duro também para a família que ficou lá esperando muitas coisas”, justificou.
Elsa, que pertence a uma família de evangélicos, e não esteve no Brasil desde que imigrou, sonha com o retorno quando puder ter recursos financeiros para comprar um imóvel e ajudar o pai a ter seu próprio negócio.
Prostituindo-se numa casa em um bairro nobre de Madri com outras onze mulheres imigrantes, ela consegue em torno de 700 euros (aproximadamente R$ 1.850) por semana.
Poderia ganhar mais trabalhando por conta própria nas ruas, mas tem medo das batidas policiais ordenadas pelo governo municipal, que considera a prostituição um “ataque à dignidade da mulher”, como descreveu à BBC Brasil a diretora geral de Igualdade da Prefeitura de Madri, Asunción Miúra.
Deportação
A lei espanhola permite a prática da prostituição, mas criminaliza a exploração de mulheres e a estadia de imigrantes ilegais. Por isso, se fosse pega na rua, a deportação de Elsa seria imediata.
“Uma política repressiva, absurda e ridícula”, disse à BBC Brasil Cristina Garaizábal, diretora da ONG Hetaira, que defende os direitos das prostitutas e afirma que apenas 5% das mulheres que praticam a prostituição na Espanha estão controladas por máfias.
Para a ONG, mulheres como Elsa estariam em melhores condições se pudessem ter garantias trabalhistas.
“Ela agora poderia estar recebendo seguro desemprego em lugar de ter de voltar à prostituição se não quisesse”, afirmou Garaizábal.
Para a brasileira, o sonho da carteira assinada é uma utopia. A maior preocupação é ficar marcada para sempre por ter escolhido uma forma de ganhar a vida.
“O pior nem é o sexo. O pior agora é a sensação de fracasso, sabe? Eu sei que vou sair disso, mas essa mancha nunca vai desaparecer da minha vida. Espero ganhar o suficiente para voltar para o Brasil, começar uma vida nova, mas sei que isso não vai dar para apagar”, observa.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Vida Facil(?)

Lembro de algumas coisas que fizeram com que eu me interessasse pelo assunto "profissionais do sexo" e, diferente da visão glamourizada que Pretty woman alguns filmes e O doce veneno do escorpião livros costumam passar, não consigo ver brilho e beleza na profissão mais antiga do mundo, pelo contrário vejo muita dor e sofrimento.
Vou apenas citar apenas 3 fatos que me fizeram trabalhar e estudar a questão prostituição:

1. Quando eu era pequena vi um porteiro de uma igreja bloquear a entrada de uma delas. Como eu era criança, não podia falar né?! Criança lá tem opinião que dirá respeitada? Mas ficou em minha memória o choro dela e a vontade que tive de conversar com ela para que parasse de chorar.

2. Eu estudava em uma faculdade longe da minha cidade, então todos os dias ia e voltava de lá em um ônibus alugado pelos alunos.
Passávamos por um ponto de prostituição na volta para casa e, para se impor como homens, os idiotas de minha faculdade gritavam e jogavam coisas nas prostitutas e travestis todos os dias, de segunda a sexta. Até o dia que elas esperaram o ônibus com pedras, foi o dia mais maravilhoso da minha vida!
Elas reagiram as agressões gratuitas!

3. Jesus e Maria Madalena.

Pode ser que em algum momento eu conte algumas histórias sobre esse assunto, meus estudos e trabalhos, mas a necessidade hoje é de falar que essa realidade vai além das micro-saias que vemos em nossas avenidas.
O Livro "O ano em que trafiquei mulheres" , me foi emprestado por um amigo e foi uma das leituras mais interessantes dos últimos tempos. Do jornalista investigativo e escritor que tem por pseudônimo Antônio Salas, retrata sem pudor a vida de mulheres que são vendidas como escravas sexuais em pleno século XXI.
A narrativa, que nada tem de ficção, relata a vida de mulheres envolvidas num esquema sujo e martirizante de redes de sexo pago. Meninas de 10 anos em diante que são vendidas por suas famílias com a expectativa de serem "babás" na Europa, ficam presas a um ciclo de dívidas e violência sem fim. São espancadas, torturadas, passam fome, frio, são massacradas física e psicologicamente (não sei qual o pior) e até mortas nas ruas e "boates" da Europa, sendo a Espanha  campeã de receptação dessas mulheres e crianças.
A verdade incômoda é que todos os anos mulheres nigerianas, brasileiras, argentinas, colombianas são aliciadas neste tráfico e engrossam as estatísticas (submensuradas) de mulheres que são traficadas, vendidas, ainda em nossa geração. (Cerca de 500.000 mulheres e meninas são vítimas todos os anos de tráfico humano - dados da Anistia Internacional). 
No livro ele se infiltra e se passa por dono de bordéis em Valência, mostra que estão envolvidos desde os viciados em sexo até os ricos empresários. Do mais baixo proxeneta até famílias de renome na sociedade europeia, de mulheres famosas, atrizes até crianças que nunca escolheriam estar ali.
Ele testemunha e é vítima do quão sórdida, cruel e desmedida pode ser a sede do ser humano por riqueza e poder independente do que será feito do outro ser humano.
Antonio Salas mostra a realidade das prostitutas de uma forma chocante, esclarecedora, real e comovente.
Deixo aqui um relato, que está quase nas últimas páginas do livro para que da próxima vez que você pensar em dizer que os velhos jargões: Vida fácil, vadia, elas escolheram estar aí... ou xingar na rua e jogar pedras, água, urina, cuspir ou simplesmente virar o rosto, você lembre que  ninguém acorda, de repente um dia e, plim! Escolhe passar pelas seguintes consequências:


"A Revista Nacional de Criminologia publicou um estudo feito no Egito que aplicava o teste das "dez manchas de tinta"- Teste de Rorschach - a um grupo de prostitutas. Criminologistas e Psiquiatras concluíram que:

1. Essas mulheres eram incapazes de representar seres humanos inteiros. Quando conseguiam, a imagem ficava bem mais próxima de uma pessoa morta do que viva. Quando a imagem parecia a de uma pessoa viva, apresentava um corpo disforme ou dedicando-se a atividades estranhas, análogas as de fantasmas, demônios ou ferozes animais selvagens;
2. Os movimentos mecânicos predominavam sobre os espontâneos;
3. As reações e as respostas das mulheres referiam-se amiúde a um violento desgarramento do corpo ou de seus órgãos;
4. Predominavam reações que expressam sentimentos agressivos e violentos contra o próprio sujeito ou contra objetos externos.

Em outras palavras, as prostitutas pesquisadas desenvolveram uma visão aberrante e distorcida do ser humano, e, portanto, de si mesmas."

Sua imaginação sobre a prostituição é uma coisa, a realidade é outra e bem mais pesada e torpe.
O tráfico de pessoas está mais próximo de nossas vidas que imaginamos.
Assimile a realidade e não apenas isso, faça sua parte, se interesse pelo assunto, por pessoas, pela humanidade, se importe, oriente quem você puder sobre, denuncie há números específicos para isto: 180 para denunciar exploração sexual e violência contra a mulher e o disque 100 para fazer a denuncia  de maus tratos, abuso e exploração de crianças e adolescentes.
Se envolva em programas de apoio, desenvolva campanhas de denuncia contra esses crimes que são contra você também, só pelo fato de ser humano.
Recomendo a leitura do "O Ano em que trafiquei mulheres". Chorei ao final dele, é forte, real e ao mesmo tempo extremamente humanizador e conscientizador de uma realidade fria e insipida.



Mais alguns dados relevantes sobre o tráfico de pessoas*:


De acordo com dados da ONU e de várias ONG’s internacionais, o tráfico de pessoas representa hoje no mundo inteiro um grave problema, pois esse tipo de crime organizado transnacional está fortemente atrelado à exploração sexual, ao comércio de órgãos, à adoção ilegal, à pornografia infantil, às formas ilegais de imigração com vistas à exploração do trabalho em condições análogas à escravidão, ao contrabando de mercadorias, ao contrabando de armas e ao tráfico de drogas.


Segundo Vicente Faleiro:


A prostituição pode ser vista tanto como falha moral, como opção de trabalho, ou escravidão. O moralismo culpa e reprime. A opção é valorizada por várias/vários profissionais do sexo, mas muitos relatos afirmam a falta de opção diante da pobreza, do abandono, da violência familiar e social, da falta de escolarização e de oportunidades. É um fenômeno diversificado e relacionado à mercantilização do corpo, seja feito por conta própria, seja em rede comercial, pois o corpo é usado e exposto como uma mercadoria, seja nas ruas, nas paradas de ônibus ou mesmo em vitrines.


A rede da prostituição é, na maioria das vezes, invisível, podendo envolver o crime organizado, com operadores de aparente vida comum. As/os profissionais do sexo, portanto, podem ser explorados/das por vários agentes ao mesmo tempo, como cafetões ou rufiões que o Dicionário Houaiss chama de “indivíduo que vive à custa de mulher pública, a quem simula proteger; gigolô, proxeneta, intermediário entre amantes; alcoviteiro”. O estigma aplicado a “mulher pública” não existe para “homem público”, numa clara discriminação do gênero feminino.


Para se enfrentar essa questão também existem formas diferentes de política. A abolicionista propõe erradicar totalmente essa prestação de serviços, inclusive pela repressão. A regulacionista estabelece normas trabalhistas, educativas e sanitárias para profissionais do sexo e medidas educativas junto aos clientes. A posição do laissez-faire supõe que o mercado atue livremente. No Brasil, o exercício da prostituição de adultos é permitido, mas são criminalizados seu favorecimento, o tráfico, a casa de prostituição, o rufianismo, ou seja, transformar o corpo em objeto de lucro de outrem.


No entanto, quando penso em regulamentação da prostituição, falo de um trabalho que seja voluntariamente exercido. E, mesmo voluntariamente, carrega uma carga de cunho pejorativo tremenda, um estigma que imagino que não seja fácil de superar. No caso da prostituição forçada, de estupros repetidos, de ameaças de morte, isso não é uma profissão. É escravidão.


De acordo com a Polícia Federal, as quadrilhas que comandam o tráfico de pessoas só perdem em lucratividade para as de tráfico de drogas e de armas. A ONU estima que a máfia de pessoas movimenta por ano mais de US$ 30 bilhões. Cerca de 10% desse dinheiro passa pelo Brasil. A principal dificuldade do poder público para enfrentar essas quadrilhas é a falta de um órgão dedicado exclusivamente ao tema. Outro problema, até mais grave, é o alto grau de corrupção que envolve essa modalidade de crime. “O tráfico é diretamente dependente da corrupção. No caso do Brasil, esbarramos também na falta de informações oficiais. Um país sem controle e sem números sobre um crime é um país sem ordem”, diz Sacco. 


*Referência: Tráfico de Pessoas - Revista IstoÉ, 10/2011


E nunca mais você dirá que a vida delas é fácil.


sexta-feira, 30 de maio de 2014

CAMPANHA DIGA NÃO À PROSTITUIÇÃO

CAMPANHA DIGA NÃO À PROSTITUIÇÃO



Deus restaura

09:24 (Há 12 minutos)

A GRAÇA, A PAZ E O AMOR DE DEUS SEJAM ABUNDANTES EM SUA VIDA!!!

O SENHOR DEUS NÃO DORMIU NEM COCHILOU. ELE PERMANECE NO CONTROLE DE SUA VIDA!! AMÉM??

MINISTÉRIO RESTAURANDO FAMÍLIAS PARA CRISTO, ATRAVÉS DOS SEUS DOIS SITES E A IGREJA INSTALADA EM BRASÍLIA, DF, A PARTIR DE HOJE, 30 DE MAIO DE 2014, ESTARÁ DANDO INÍCIO A CAMPANHA DIGA NÃO À PROSTITUIÇÃO.

A PROSTITUIÇÃO SEXUAL É UM PECADO QUE TEM ATEMORIZADO E DESTRUÍDO MUITAS FAMÍLIAS PELO MUNDO AFORA.

ALÉM DE SER ALGO QUE ENTRISTECE PROFUNDAMENTE O ESPÍRITO SANTO, ESCRAVIZA E APRISIONA O SER HUMANO QUE DELA SE BENEFICIA.

A PROSTITUIÇÃO É UM VÍCIO CARNAL E DIABÓLICO. É COMO O INÍCIO DA JORNADA DE UM LADRÃO. COMEÇA A FURTAR PEQUENAS COISAS, E, NÃO TARDARÁ, PARA SE TORNAR UM GRANDE CRIMINOSO. ASSIM É A PESSOA QUE SE PROSTITUI. COMEÇA COBIÇANDO O QUE NÃO DEVE, VISITANDO SITES PORNOGRÁFICOS, SALAS DE BATE-PAPO, DESEJANDO SEXUALMENTE UMA MULHER NA TV OU MESMO NA RUA, MASTURBANDO-SE ÀS ESCONDIDAS. ESSES SÃO APENAS OS PRIMEIROS PASSOS.

LOGO, A PESSOA DOMINADA POR ESSES MAUS HÁBITOS, ESTARÁ ESCRAVIZADA POR SITUAÇÕES BEM MAIORES E PROFUNDAS. E QUANDO UM SER PROSTITUÍDO PENSA TER CHEGADO AO FIM DO ABISMO, MAIS ABISMO SE APRESENTARÁ A ELE. É COMO BEM ESCREVEU O SALMISTA “UM ABISMO CHAMA OUTRO ABISMO” (SALMO 42:7). ESSE É O PRINCÍPIO DA DESTRUIÇÃO FAMILIAR: O DESEJO ADÚLTERO, O PENSAMENTO ADÚLTERO, A AÇÃO ADÚLTERA. E COMO BEM DISSE SALOMÃO, "POR CAUSA DUMA PROSTITUTA SE CHEGA A PEDIR UM BOCADO DE PÃO; E A ADÚLTERA ANDA À CAÇA DA ALMA PRECIOSA" (PROVÉRBIOS 6:26). A LIBERTAÇÃO DAS CADEIAS DA PROSTITUIÇÃO PARECE SER MAIS DURA, MAIS PENOSA E MAIS DIFÍCIL QUE QUALQUER OUTRA. É UM PROCESSO ÁRDUO QUE REQUER MUITA SANTIFICAÇÃO E MUITA DEDICAÇÃO. SÓ MESMO PELA AÇÃO DO ESPÍRITO SANTO DE DEUS.

A PROSTITUIÇÃO DEIXA UM RASTRO DE TRISTEZA E DECEPÇÃO NA VIDA DE UMA FAMÍLIA E CAUSA PROFUNDAS SEQUELAS TAMBÉM NA VIDA DOS FILHOS.

OREMOS E JEJUEMOS POR TODOS OS MARIDOS, ESPOSAS E FILHOS QUE ESTÃO ENVOLVIDOS POR ESSE ALIMENTO DO INFERNO. OREMOS PELA LIBERTAÇÃO DE TODOS OS ENVOLVIDOS NA PROSTITUIÇÃO, POIS, SOMENTE ASSIM, TEREMOS FAMÍLIAS ALICERÇADAS NA PALAVRA DO SENHOR.

SIGAMOS FIRMES E OS RESULTADOS DESSA CAMPANHA VIRÃO PARA A GLÓRIA EXCLUSIVA DE DEUS.

TODOS OS DIAS VAMOS ORAR PARA O ESPÍRITO SANTO COMBATER CONTRA OS espíritos do inferno DA PROSTITUIÇÃO NA VIDA DAQUELES OS SERVEM. CLAMEMOS PELO SANGUE DE JESUS E REPREENDAMO-OS!! VOCÊ VERÁ SEU MARIDO OU SUA ESPOSA LIBERTO DAS MÃOS DA (O) ADÚLTERA (O). CREIA!!!

CONVIDO OS JUSTOS, OS SANTOS, OS QUE ANDAM CONFORME A VONTADE DO PAI, A PARTICIPAREM DESSA CAMPANHA.

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AINDA HOJE OU NO MAIS TARDAR AMANHÃ (CREIO EU), ESTARÁ PUBLICADO O NOVO VÍDEO INTITULADO “CONSELHOS BÍBLICOS PARA UMA RESTAURAÇÃO PESSOAL E FAMILIAR”. SERÁ BÊNÇÃO NA SUA VIDA!! NÃO DEIXE DE ASSISTI-LO E DIVULGÁ-LO, SE QUISER. TAMBÉM PUBLIQUEI NOVIDADE NA SEÇÃO DE VÍDEOS DOS SITES.

TENHO ORADO POR TODOS OS PEDIDOS QUE SÃO FEITOS NO SITE E ATRAVÉS DOS E-MAILS.

MEDITEM EM 1 TESSALONICENSES 5:22-24.

NO AMOR DE DEUS,

Em CRISTO,

Pr. Fernando César (Casamento, para DEUS, só vale se for o primeiro de ambos).
Ministério Restaurando Famílias para Cristo
Skype: familiasparacristo